Contratos
Não é surpresa alguma o fato de que as pessoas generalizam tudo o tempo inteiro. Criar paradigmas através de situações pontuais.
Basta uma única coisa muito séria acontecer que você pode apostar: Diante de situações semelhantes, o fato sempre será lembrado e muitas vezes, esperado.
Mas como disse, não é surpresa...
Isso apenas ilustra que o ser humano, através de uma de suas qualidades, quem sabe a principal talvez, tem o dom de antecipar e imaginar situações. É assim com tudo. Quando aprendemos a dirigir, o carro sai dando trancos, o freio é sempre intenso e as curvas são em sua maioria polígonos ou até mesmo quadrados.
Nosso corpo trabalha dessa forma, através de “treinamento” somos condicionados e com o tempo aferimos nossas ações e reações até as curvas serem mais redondas, o freio macio e a aceleração rápida e confortável.
Assim somos com as pessoas. Nossos olhos preconceituosos fazem com que sua mente acredite que aquela roupa ou estilo seja agressivo ou delicado. Isso porque você já possui uma série de experiências que dizem que a maioria era assim, desse jeito, então esse também deve ser!
A primeira conversa poder ser tão excitante quanto desconfortável, mas através do conjunto vamos criando um conceito sobre a pessoa, mesmo que superficialmente, isso também não é novidade para ninguém.
Na verdade não há novidades. Existe apenas uma coisa que me tomou especial atenção nesses últimos tempos, os contratos.
Ouvi de um psicólogo certa vez que as pessoas fazem contratos umas com as outras e que muitos destes contratos são unilaterais. Entendi o que queria dizer, pois, você não precisa dizer a um amigo que confia nele e que exige que seja honesto contigo, ele sabe que precisa ser e sabe que você espera isso dele, assim como ele também espera o mesmo ou simplesmente, porque espera o mesmo.
Mas porquê?
A coisa deve ser muito mais complexa do que essa definição, mas assim como o freio de seu carro que toda vez que é apertado de forma leve o carro parará de forma agradável, esperamos que as pessoas tenham as reações que você acredita que devam ter. Se toda vez que alguém lhe pede emprestado algum dinheiro, você realmente acredita que da mesma forma que confia em seu mais novo credor, este confiará em você.
Escrito por Henrique Rogatto às 21h49
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Contra as mazelas más do mundo Universal!
De mal num pode ser nada pior que uma coisa ruim. Algo tão sem tamanho, de um jeito que você nunca viu, nem poderia ver. De fato... mal... coisa abominavelmente terrível de tão horroroso que foi.
Um dedo só... só um dedo... da mão mesmo, qualquer dedo... já é mais do que muito pra lá de onde já alguém já tenha imaginado imaginar. Nunca jamais foi maior que era antes de agora.
Surpresa inesperada? Não... É que não tem nenhuma gente humana que fosse filho feito de pai e mãe, que pudesse ter visto com os olhos da própria cara. Também, de um tanto desse!
Mas vamos rumar a prosa pro rumo do caminho a ser percorrido, nesse mundão todo de mundo universal do universo. Mais que do Universo até... pra lá do fim do infinito sem fim.. Quem não tava lá, não era por não estar... era porquê não estava mesmo e faltou. Imagine se quem num tivesse ido, fosse... lá pra onde tava todo mundo que foi. Tá imaginando o pensamento? Então foi pra lá disso tudo aí que você pensou com a imaginação.
Tá certo... vamos parar de ir muito adiante e vamos prosseguir menos, assim, não se faz mais necessário tentar voltar lá no começo pra começar desde o princípio.
Se você não está entendendo parte alguma ou nada, caso for essa a sua situação, mas só se for de você mesmo ein! Vá lá para onde tudo tava menos difícil de complicado.
Atenção para mais uma, a mais: Mal... mas mal mesmo, dos ruins... daqueles que não tem nenhum pingo de maldade sem ser má... esse aí... esse é ruim mesmo!
No fim, finalizamos com o final de término, ou você acha mesmo que eu num ia terminar com o fim no final? Claro que tá na cara que o final é o fim de onde tudo termina por acabar né!
Escrito por Henrique Rogatto às 22h19
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